Desenho: Maya Flor
A Editora Ponte para o Imaginário
e seus personagens desejam a todos uma Feliz Páscoa e uma ótima Sexta-feira
Santa. Conseguem adivinhar quem são os personagens da figura? Comentem abaixo!
Desenho: Maya Flor
A Editora Ponte para o Imaginário
e seus personagens desejam a todos uma Feliz Páscoa e uma ótima Sexta-feira
Santa. Conseguem adivinhar quem são os personagens da figura? Comentem abaixo!
Oi gente! Trago para
vocês um clássico livro infanto-juvenil. As crianças mais sortudas do mundo
é uma coleção de livros escrita por Loney M. Stnick, lançada aqui no Brasil em
2006, sendo A Pândega do Pônei seu primeiro volume. Será que essas
crianças são tão sortudas assim? Vamos para a resenha.
Os irmãos Laurie, Larry e Linda Sorteabeça foram
convidados para uma festa com bolo e pôneis e... O bolo é uma mentira! Primeiro
de Abril! Vamos para a resenha verdadeira.
Lemony Snicket:
Autobiografia não autorizada foi
escrito por Daniel Handler e lançado nos Estados Unidos em 2002 e no Brasil
em 2006. Como diz o próprio título, é uma autobiografia do narrador de Desventuras
em Série, Lemony Snicket.
Este livro ajuda a expandir a série escrita por Snicket,
acrescentando informações extras sobre a organização C.S.C., que apesar das
boas intenções, sequestra crianças para recrutá-las; também menciona o filme “Zumbis
da neve” e uma suposta mensagem criptografada; como Esmé e Jerome se conheceram;
o porquê do senhor Poe não ter lido o telegrama dos Baudelaire etc. Por isso, aconselharia
a ler este livro após o término de Desventuras em Série.
Para dar mais realismo, foram acrescentadas fotos,
recortes de textos, cartas, partituras e jornais, incluindo o famoso O
Pundonor Diário, jornal que publica textos baseados em insinuações ao invés
de fatos e é mencionado com frequência em Desventuras em Série. Sua
editora-chefe, Eleanora Poe, é irmã do senhor Poe, o que explica a tamanha incompetência
no jornal. A autobiografia de Snicket também possui fragmentos textuais de
autores que realmente existiram como por exemplo As três línguas dos
irmãos Grimm e A teia de Charlotte de E. B. White.
Por não ser em formato de narrativa, o livro é um pouco
confuso. Então o recomendo para aqueles que desejem saber mais do mundo de Desventuras
em Série. Lembrem-se: “Aqui o mundo é sereno.”
Na mídia, tanto em filmes
quanto livros, já nos foram apresentadas histórias românticas com
vampiros, lobisomens, sereias e fadas. Mas você já viu uma história de amor
entre um ser humano e o Monstro da Lagoa Negra? A Forma da Água, assim
como O Labirinto do Fauno, foi lançado primeiro nos cinemas americanos em
2017, com a direção e o roteiro feito por Guillermo del Toro enquanto sua
versão literária chegou no ano seguinte, escrita por Daniel Kraus. Será que sua
escrita traduz a mesma sensação que produz na tela? Vamos descobrir.
Elisa é muda e tem uma vida monótona em seu emprego de
faxineira na organização Occam, nos Estados Unidos dos anos sessenta. Até que
em uma de suas limpezas, ela encontra com uma grande descoberta da Occam: um
ser meio homem meio peixe.
Como é de se esperar, o livro mostra detalhes que não são
apresentados no filme, como os pensamentos dos personagens e algumas cenas que
não nos são apresentadas, como por exemplo o ponto de vista da senhora
Strickland, uma personagem que quase não aparece no filme. Além disso, ele
aproveita para humanizar um pouco o antagonista, que é um militar que passou tempos
traumáticos na Amazônia tentando capturar o ser aquático, além de sofrer com acontecimentos
do passado e de como a sociedade espera que ele seja forte.
Por falar em Amazônia, o homem peixe foi capturado no
Brasil e há uma menção a lenda do boto-cor-de-rosa. Mas acrescenta que ele leva
as mulheres para o rio, algo que nunca ouvi em sua história. Eu diria que a
aparência do “monstro” lembra mais o Ipupiara, ser aquático malicioso da
cultura indígena brasileira e o Negro d'água, ser meio homem meio anfíbio que
vive no rio São Francisco, podendo ser bom ou mal dependendo se você dá
presentes a ele ou não. Este último é que sequestra mulheres e as leva para seu
habitat e não o boto. Outra curiosidade é que o capitão que ajuda a capturar o
ser aquático, Henríquez, parece ser uma referência ao diretor do filme,
Guillermo del Toro, não só pela descrição física, mas também pelo fato deste
ter “perdido” o seu diário de bordo enquanto capturava a criatura assim como
Del Toro já perdera o arquivo de seu outro filme, O Labirinto do
Fauno.
Assim como no filme, noto um certo protagonismo em
personagens de minoria e como eles sofrem na sociedade que vivem. Isso é
compreensível pois o livro se passa nos Estados Unidos da década de sessenta, uma
época que havia de fato esse preconceito. Mas no tempo em que escrevo esta
resenha, esta narrativa está em todo lugar e admito que estou meio enjoada de
ler estas coisas.
De uma maneira geral, foi um livro ok. Não recomendo esta
leitura para menores de idade pois possui algumas cenas para adultos assim como
em sua versão cinematográfica. Ambas as versões se complementam bem, por isso acredito
que quem viu o filme, pode se aventurar nesse romance. A criatura espera por
você no fundo do mar.
Serena a sereia era tão
envergonhada
que
usava máscara para não mostrar a cara.
Oi gente! Eu e minha irmã Maya Flor
lançamos mais um livro infantil, com duas atividades no final para a criançada se
divertir. Quem tiver interessado, comente aqui ou entre em contato com o e-mail
editoraponteparaoimaginario@gmail.com
Além de chocolate, por
que não dar um livro de Páscoa para uma criança? Ou um coelhinho de brinquedo?
Eu e minha irmã Maya Flor acabamos de lançar o livro Pascoal salva a Páscoa,
que conta a história de um coelhinho muito atrapalhado. Se estiver interessado,
entre em contato pelo e-mail editoraponteparaoimaginario@gmail.com
Se deseja adquirir um coelhinho de amigurumi, entre em
contato pelo Instagram @hercilenatorres
Abraço,
Mariana Torres.