Olá
gente! Eu e minha irmã Maya Flor lançamos mais um livro. Quem quiser adquirir, entre em contato pelo nosso e-mail:
sexta-feira, 13 de maio de 2022
A panda que via tudo preto e branco
sexta-feira, 6 de maio de 2022
A vida nas montanhas
Decidi fazer algo
diferente nessa resenha. Dessa vez, vou resenhar dois livros, apesar de
tecnicamente eles serem um dividido em dois. Heidi, a menina dos Alpes
foi escrito pela suíça Johanna Spyri em 1880 e dividido em duas partes: Heidi,
a menina dos Alpes – Tempo de viajar e aprender e Heidi, a menina
dos Alpes – Tempo de usar o que aprendeu.
Heidi é uma menina órfã de cinco anos cuja tia não podia
mais tomar conta. Então, ela é levada aos Alpes para ser cuidada pelo avô paterno,
um homem malvisto por todos de sua vizinhança. Será que Heidi conseguirá se
adaptar à sua nova vida?
Primeiramente, devo parabenizar a editora por ter escrito
essa mensagem no começo de ambos os livros:
As pessoas precisam
entender que o pensamento de antigamente não era o mesmo de hoje e não é justo
censurar uma obra por causa disso. Como iremos aprender sobre o passado se o
excluirmos? É algo que temos que refletir.
Com relação à história, não pude deixar de notar a
semelhança deste livro com outros. Parece que há um padrão para a literatura
infanto-juvenil entre o final do século 19 e o começo do século 20 de juntar
uma criança alegre com um(a) velho(a) rabugento(a). Além de Heidi, vi
isso em Anne de Green Gables (1908) e Poliana (1913), mas no caso
de Heidi, o avô deixou de ser ranzinza logo no começo. Já no segundo
livro, notei uma semelhança com O jardim secreto (1911), em que o
contato com a natureza ajuda na cura de uma criança paraplégica.
A história contém muito do aspecto religioso da época, de
como devemos sempre agradecer a Deus pelas coisas boas da vida e que se
pararmos de acreditar nele, ele se esquecerá de nós etc. Mas como diz a própria
carta, isso fazia parte da cultura local daquele tempo.
Também notei uma certa preferência da autora pela vida
nos Alpes, que descreve o local como algo de natureza exuberante e calma
enquanto a cidade é um tanto caótica, em que as pessoas não têm tempo umas para
as outras e são mais frias. Vemos tudo isso pelos olhos de Heidi, que deseja logo
retornar para a casa do avô. Apesar disso, a menina consegue virar a rotina dos
Sesemann, a família cuja garota conviveu por um tempo, de cabeça para baixo,
alegrando a maioria dos moradores.
Diria que esta história é bastante previsível,
principalmente para quem leu os livros que mencionei mais acima. Não é ruim,
mas sinto que acontece pouca coisa emocionante. Se você deseja uma leitura simples
e reconfortante, vá aos Alpes suíços no verão. O cheiro das flores e do ar da
montanha faz bem e lhe trará momentos de paz.
sexta-feira, 29 de abril de 2022
A estranha borboleta
“Na floresta vivia uma borboleta
de lindas asas azuis. Muito bela, mas muito estranha. Ela não bebia néctar nem
polinizava as flores, mas tomava suco de frutas que caíam das árvores.”
A novidade chegou! Eu e minha irmã Maya Flor lançamos
mais um livro! Quem quiser adquirir, entre em contato pelo nosso e-mail:
editoraponteparaoimaginario@gmail.com
sexta-feira, 22 de abril de 2022
A Lenda da Borboleta Azul
Roteiro adaptado: Mariana Torres
Desenho: Maya Flor
Fonte: A
lenda da borboleta azul - Notícias Unimed - Hotsite Canal Unimed Paraná
Em
nossas vidas, tendemos a culpar os outros por nossos erros. Mas esta história nos
mostra que somos responsáveis por nossas próprias ações. A borboleta azul
representa a nossa vida. Se ela tiver suas asas esmagadas, não será pela mão
dos outros, mas pela sua própria.
A borboleta azul é um animal muito
bonito e vê-la numa lenda significativa como essa me deixa feliz. Mas existem
outras histórias envolvendo este belo inseto que ainda não foram contadas.
Novidades estão a caminho...
sexta-feira, 15 de abril de 2022
Feliz Páscoa!
Desenho: Maya Flor
A Editora Ponte para o Imaginário
e seus personagens desejam a todos uma Feliz Páscoa e uma ótima Sexta-feira
Santa. Conseguem adivinhar quem são os personagens da figura? Comentem abaixo!
sexta-feira, 8 de abril de 2022
sexta-feira, 1 de abril de 2022
As crianças mais sortudas do mundo
Oi gente! Trago para
vocês um clássico livro infanto-juvenil. As crianças mais sortudas do mundo
é uma coleção de livros escrita por Loney M. Stnick, lançada aqui no Brasil em
2006, sendo A Pândega do Pônei seu primeiro volume. Será que essas
crianças são tão sortudas assim? Vamos para a resenha.
Os irmãos Laurie, Larry e Linda Sorteabeça foram
convidados para uma festa com bolo e pôneis e... O bolo é uma mentira! Primeiro
de Abril! Vamos para a resenha verdadeira.
Lemony Snicket:
Autobiografia não autorizada foi
escrito por Daniel Handler e lançado nos Estados Unidos em 2002 e no Brasil
em 2006. Como diz o próprio título, é uma autobiografia do narrador de Desventuras
em Série, Lemony Snicket.
Este livro ajuda a expandir a série escrita por Snicket,
acrescentando informações extras sobre a organização C.S.C., que apesar das
boas intenções, sequestra crianças para recrutá-las; também menciona o filme “Zumbis
da neve” e uma suposta mensagem criptografada; como Esmé e Jerome se conheceram;
o porquê do senhor Poe não ter lido o telegrama dos Baudelaire etc. Por isso, aconselharia
a ler este livro após o término de Desventuras em Série.
Para dar mais realismo, foram acrescentadas fotos,
recortes de textos, cartas, partituras e jornais, incluindo o famoso O
Pundonor Diário, jornal que publica textos baseados em insinuações ao invés
de fatos e é mencionado com frequência em Desventuras em Série. Sua
editora-chefe, Eleanora Poe, é irmã do senhor Poe, o que explica a tamanha incompetência
no jornal. A autobiografia de Snicket também possui fragmentos textuais de
autores que realmente existiram como por exemplo As três línguas dos
irmãos Grimm e A teia de Charlotte de E. B. White.
Por não ser em formato de narrativa, o livro é um pouco
confuso. Então o recomendo para aqueles que desejem saber mais do mundo de Desventuras
em Série. Lembrem-se: “Aqui o mundo é sereno.”










